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ENTÃO, TÁ LEGAL!

Nenhum jornalista esportivo, nesta terra, meteu pé e peito no “pantanal” que era a arbitragem paraense.
Recentemente, Sérgio Dias, ex-diretor do CR, revelou que alguns ladinos se vendiam por pneus pra carro e telefones celulares.
Hoje, ainda com alguns honrados árbitros daquela época – Dewson Freitas e Gustavo Melo -, o apito paraense vive uma fase de ouro, graças a determinação e aplicação de Fernando Castro e Olivaldo Moraes.
Há equilíbrio e serenidade nos árbitros da Federação Paraense de Futebol.
Não tem “rabo-de-cabra”, no apito paraense, até a sétima rodada do PARAZÃO, e se tem, é o equipamento VAR.
Em matéria do Tribuna do Apito, o SINDARP – Sindicato dos Árbitros do Pará -, comandado pelo árbitro Eliseu Neves Coelho, 42 anos, está convocando plenária para decidir sobre “ruptura com a Federação e paralisação do estadual em protesto contra a gestão de Fernando Castro à frente da Comissão Estadual de Arbitragem”.
Conversei com o Eliseu e me revelou algumas insatisfações: 1 – Tratamento diferenciado; 2 – ‘Perseguição’ sobre alguns árbitros; 3 – Nunca a Federação reconheceu qualquer entidade representativa da arbitragem paraense. Querem que a gente dance conforme o ritmo deles”.
Fernando Castro, diretor da Comissão de Arbitragem, revelou que o sindicato não está devidamente legalizado e que o tratamento é “equânime, imparcial para com todos, dando oportunidades para quem melhor se destaca. Vamos pra 8ª rodada do Campeonato e teve árbitro, que em duas partidas, não aplicou nenhum cartão, o que comprova o atual momento do nosso quadro de árbitros”, pontuou.
Em tom de brincadeira, disse ao Fenando que este ano, pelo andar da carruagem, o “rabo-de-cabra” será o VAR.
Falo com uma das lideranças do apito paraense, advogado Gustavo Melo, que matou a cobra e mostrou o pau: “Não há possibilidade alguma de greve dos árbitros atuantes no PARAZÃO/2025. Os árbitros reiteram o compromisso com a Comissão de Arbitragem, comandada pelo Fernando Castro, e à diretoria da FPF”.
“É muito mais difícil ser gentil do que ser esperto”.
É o que há!
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