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MEDO

Para sempre, Maria.
Mãe.
Amor maternal verdadeiro.
Rio de bondade.
Irmanada na fé.
Amante do próximo…
Filialmente, meu amor, por você, mãe, nunca morrerá.
Deus, poupa-me do sofrimento oculto, porque sou um ser fragilizado e… Choro.
Ando, leio, ouço Scorpions, Beatles, Caetano, Djavan, “O filho do Seu Menino” (Jair Rodrigues), “No dia em que eu saí de casa” (Zezé de Camargo e Luciano), vago, entro no carro e saio, mas nada me faz passar a ardência que há em mim.
Minha alma inquieta. Vegeta!
Maria, minha razão de ser, você me ensinou a ter coragem de encarar a vida e me incentivou: “Vai, meu filho, que lhe mando 200 cruzeiros!…”
O seu “pomba-lesa”, hoje, olha pro céu azulado e a lua prateada e se orgulha dos seus conselhos verdadeiros e certeiros.
Mãe, você está em mim!
PS: Meus gostosinhos e gostosinhas, perdão! Estou atravessando um “deserto” e “ando com medo do dia de amanhã…”.
É o que há!
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