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“NA TORA”
Durante 3 dias, num hotel, em Tracuateu, os cartolas encheram o bucho de boa comida, uísque de ótima procedência, mas esqueceram de usar o cérebro em prol do PARAZÃO.
Respeito, mas discordo daqueles que dizem a FPF não tem nada a ver com a lambança de Capitão Poço, Tuna, CR e Bragantino.
Por não ter estrutura e ser neófito no futebol profissional, o Capitão Poço pode ser levado em conta, mas CR, TLB e Bragantino são macacos do c… pelado e têm como evitar às falhas.
A Federação Paraense de Futebol tem sua parcela de culpa, porque, como administradora da competição, tem a obrigação de zelar e fazer funcionar o seu equipamento Gestão Web (fornecido pela CBF) com link voltado para bancos de dados dos jogadores. Este equipamento revolucionou às gestões de clubes e empresas. Aqui o PARAZÃO é na “tora”, no dizer do advogado Rui Mendonça.
Fazer ver aos cartolas dos clubes que o Regulamento do PARAZÃO tinha que estar em consonância com o da CBF e a Lei Geral dos Esportes.
É na “tora”, mesmo! E assim são 4 anos de desrespeito aos patrocinadores e aos torcedores.
Louvável as lucidezes dos dirigentes do Águia de Marabá, Castanhal, Santa Rosa, Independente, Cametá, São Francisco, Caeté e Bragantino que disseram à Federação que o PARAZÃO tinha que ser PARADÃO.
É o que há!
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