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POLITICAMENTE INCORRETOS

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Clube do Remo protela o improtelável, e nós acreditamos no inacreditável.

Há tempo que José Maria Trindade, Eliércio Santino e Paulo Fernando, os politicamente incorretos da imprensa esportiva paraense, não sentiam o cheirinho um do outro.

Numa das mesas do Bistrô fomos comensais e entre uma colherada e outra tratamos do momento “obscuro” que vive o futebol paraense.

Aliás, espero que nenhum advogado “mil anos” me processe pelo “obscuro”, porque, segundo os dicionaristas, semanticamente, o termo “é o que não é claro”, “difícil de compreensão”, e assim sendo alguém pode entender como ofensivo.

Entre nós há respeito, mesmo em momentos difíceis dos nossos relacionamentos, por que aceitamos as nossas naturezas, mas, por incrível que pareça, não houve discórdia, e sim falar e ouvir sobre nossas opiniões em relação ao que entendemos: o nosso pobre futebol entregue nas mãos de corrupto, “camafeu” e “Zé da boquinha”.

Partimos do princípio que cada homem e empresas têm que ter suas ferramentas de trabalho, o que o mundo moderno o chama de “soft skills”, o que não tem a Federação Paraense de Futebol, a quem compete zelar pelo PARAZÃO, e a entidade, há tempo, falha no dever de casa.

Paulo Fernando arguiu a possibilidade de um torcedor bater à porta da justiça, porque o estadual é patrocinado a custa do dinheiro público.

Eliércio avocou o Ministério Público, a quem compete a defesa do torcedor, que está sendo desrespeitado no seu direito de ir aos estádios de futebol.

A mim coube a cutucada na imprensa que opine sobre quem tem roupa neste quaradouro. Que apele, que aponte culpados e não faça como aqueles que foram à coletiva, no Baenão, e não tiveram a altivez de indagar ao presidente Antônio Carlos Teixeira por que da “protelação” ao campeonato.

As nossas ideias politicamente incorretas preocupam àqueles que vivem no “obscurantismo” nojento e interesses pessoais escusos com o direito de viver nababescamente, e nós – eu, Eliércio e Paulo Fernando – comermos ratos e tomarmos água de esgoto.

Eu sou provedor do meu cafofo, com direito de comer bem, dormir tranquilo e amar gostoso, porque aos 75, continuo produzindo para viver, consumindo para não morrer, e pensando. É pra pensar!

É o que há!

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