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HONRA À MINHA MÃE

Estou atravessando um “deserto” desgraçado, que parece não ter fim.
O primogênito da família Trindade, Edir Trindade, 80 anos, morreu na cidade de Porto Grande, no Amapá, e me deixa com o coração apertado, “sentindo o cheiro da perpétua”,
Minha Tia Maria, 96 anos, em Macapá, sobrevive dependendo da graça de Deus, das orações dos irmãos da igreja que ela congregava e cercada dos filhos, meus irmãos: Cairo, Cláudio, Vera, Vilma, Socorro e Sônia, com quem converso, via celular, todos os dias.
Os médicos, que cuidam da mamãe, orientaram os filhos a comprarem cama hospitalar para proteger e dá conforto ao frágil corpo da minha mãe.
Neste momento de sofrimento oculto, de um velho de 75 anos de idade, distante da minha “deusa”, sou reconfortado pelas mensagens de quem “milê” e ouve distante, como à que recebi no celular: “O girassol se abrindo e para nos lembrar que todo dia é um recomeço. Que a vida é um presente divino e que ela segue regando risos, secando lágrima, desenhando sonhos, curando mágoas e acalmando saudades. Que nossas vidas sejam como o girassol. Deus te abençoe e te reconforte, Zequinha. Fezinha”.
Passarei Semana Santa ao lado da minha mãe, e com às magnanimidades dos empresários Fred Carvalho, Maurício Ettinger e Roger Aguilera, e dos meus irmãos, tornaremos os dias de Maria de Nazaré Trindade Pereira mais leve e saudável.
Meus gostosinhos e gostosinhas, não posso pecar contra a verdade, pois não estou com ânimo para escrever sobre o futebol brasileiro, que aliás, vive de empirismo.
Em Belém, um “big shot”, que sonha com o seu time ganhando tudo, consultou o empresário do lateral-direito Rafinha, recentemente liberado do Coritiba, querendo saber o salário do atleta, que ultrapassa os 700 mil reais, e o executivo do clube foi realista: “É comer como pinto e ‘borrar’ como pato”.
É o que há!
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