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“MÃOS FURADAS”
A mesada de R$ 215 mil, mensalmente, que a CBF repassa às Federações, a partir da reeleição por unanimidade de Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, os “invejosos” criticam a divisão do “bolo” milionário.
A confederação Brasileira de Futebol é uma empresa com marca poderosa – a seleção brasileira – e, talvez, mais milionária que a PETROBRÁS.
O petróleo é prospectado nas profundezas do oceano e haja tecnologia, enquanto que a “amarelinha” e os campeonatos patrocinados pela CBF os tornam uma mega plutocracia.
Político de berço, Ednaldo Rodrigues deu aula ao mundo esportivo brasileiro de como engendrar acordos, trazendo pro seu lado cartolas poderosos e ex-adversários, mas que nenhum tem a “mão furada”.
No STF – Supremo Tribunal Federal – Ednaldo é protegido do ministro Gilmar Mendes, que o livrou de processo de cassação do trono “cebefiano”, ano passado; no Senado, Ednaldo tem aval de dois homens, que estão entre os 5 que mandam no Brasil: Davi Alcolumbre (UB-AP), presidente do Senado; e o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), líder do governo no Congresso Nacional.
Por aqui, começou a busca pelo trono da Federação Paraense de Futebol, com o ex-presidente bicolor, Luís Omar Pinheiro, lançando seu nome aos presidentes dos clubes e ligas.
É o que há!
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