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AMOR E CARIDADE

A retidão, a simplicidade e a caridade são gestos nobres que abraçam o PSC, que deu – e continua dando – às maiores glórias para o futebol da Amazônia.
A casa bicolor está assentada sobre uma pedra monolítica que se chama amor.
Papa Francisco, do qual sou leitor, revelou em um dos seus textos que “o amor é o caráter de Deus, e que a caridade é a identidade”.
Nos momentos de inquietações dos dirigentes alvicelestes, o amor e a caridade dos torcedores e conselheiros fazem a diferença.
Basta um piparote do dono trono para que haja uma “convulsão da natureza” e o Paysandu se torne protegido e grandioso.
O amor pelo Paysandu “tudo sofre, tudo cré, tudo espera, tudo suporta”, analogia ao texto bíblico. É a glória de ser torcedor bicolor.
Bisbilhotando os últimos borderôs dos jogos de PSC e CR, o do documento de arrecadação e despesas do Papão, o espaço destinado ao “quadro móvel” está zerado.
Pra saber o porquê deste custo zerado, fui pra dentro da Curuzu, e o jovem CEO, que é advogado, Tiago Rafael Xerfan Bentes, 27 anos, me recebeu com singeleza e nada escondeu.
“O valor deste recurso está no amor fraternal dos mais de 20 conselheiros que são fiscais nos portões do Mangueirão, observando entradas dos torcedores, e quando há problemas, eles acionam o comando da operação”, pontuou o diretor executivo bicolor.
O engenheiro André Marta Tavares, lá no CT, também dedica parte do seu tempo ao Paysandu, e hoje às doações, via pix, para o CT, ultrapassou à meta prevista: mais de 100 mil reais; “baludos” uniram às mãos e compraram a lage para o prédio que está sendo construído, no valor de R$ 60 mil.
Tolstói diz que “Onde existe amor, Deus aí está”.
É o que há!
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