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DANIEL PAULISTA DECOMPÔS O COELHO

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América-MG teve posse de bola, mas foi inútil.

No contra-ataque, Remo não remou, voou e foi mortal. E não entregou a bola, não: marcou com precisão.

Meio-campo do time mineiro não criou nada.

Remo impetuoso na marcação, e foi numa estocada pela esquerda com Alan Rodrigues que o time leonino mostrou potencial ofensivo logo no início do jogo.

Marlon, lateral-esquerdo do América, é bom na saída de bola, mas abriu uma avenida para Marcelinho “desfilar” livre, tabelando com janderson, e após receber na frente, cruza para o cabeceio fulminante de Pedro Rocha: 1 a 0 Remo, aos 13 minutos.

Nem bem começou a segunda etapa da partida, Remo toma iniciativa com o volante Luan Freitas, que entrara no lugar de Pavani, servindo Janderson e este mais uma vez assiste ao Pedro Rocha, que aplica o veneno no coelho: 2 a 0, aos 2 minutos.

Willian Batista muda todo o sistema de ataque do seu time, mas de nada adiantou porque o Remo estava fogoso, arrebatador.

Reynaldo e Claus, os zagueiros leoninos, foram consistentes na marcação.

Adailton, que substituiu Pedro Rocha, se tem visão de campo, em vez de chutar forte, como fez para a defesa do goleiro americano, poderia ter servido Felipe Vizeu, que chegava pelo meio sem marcação.

A organização defensiva do Clube do Remo foi o destaque da partida, porque o técnico Daniel Paulista, taticamente, decompôs todas as jogadas ofensivas do adversário. Isso é análise. É pensar exaustivamente como o adversário joga e aplicar o antídoto.

Não vi o que os “comentaristas” viram de que o “Remo entregou a bola para o adversário”. Nada disso, o Remo primeiro marcou para depois, de forma veloz, chegar na defensiva americana, e se Adailton não é individualista poderia ser “chocolate”.

É o que há!  

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