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CHOVER NO MOLHADO
Dirigente da Confederação Brasileira de Futebol – CBF -, Ednaldo Rodrigues, sente o “cheiro da perpétua” e a entidade pode ficar “sob vara”.
Em comunicação há um axioma que expressa concordância de duas formas: “Quem cala consente, mas pergunta absurda não merece resposta”.
O silêncio é também uma forma de revelar verdade.
Por ser substantiva, a “verdade se sustenta sozinha”, enquanto que a “mentira viaja em bando”.
Todo corrupto é mentiroso e o mentiroso está propenso a enganar, roubar. Todo mentiroso é cerebral em “criatividade”. Vou mais além: ilusionista.
A mesada de 215 mil reais que a CBF, diz-que, repassa aos presidentes das suas parceiras, às Federações, chegou no Congresso Nacional.
Deputado Coronel Meira (PL-PE) protocolou na Câmara dos Deputados requerimento a fim de abrir CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito – alegando possíveis irregularidades na “Casa Bandida do Futebol”, no dizer do jornalista Juca Kfouri.
O senador Girão (NOVO-CE) usou a tribuna do senado para escancarar denúncias gravíssimas expostas nas páginas da revista “Piauí” contra a administração de Ednaldo Rodrigues.
Aposto o que não tenho como não dará em nada.
Ednaldo Rodrigues é articuladíssimo, raposa velha na política partidária, e como “raposa velha perde o pelo, mas não perde o vício, o presidente “cebefiano” não se preocupa com às consequências dos seus atos, porque os “padrinhos” que tem no judiciário, no Congresso Nacional e no futebol brasileiro – entre os cartolas de Federações e clubes – os tonam intocável.
Quanto a “pacoteira” de 215 mil reais, a CBF, como uma potente plutocracia do futebol mundial, divide seus lucros com seus parceiros, e comparsas, tenho dito, é melhor que “priquito”.
O corte nas mesadas de Ricardo Teixeira, Marco Polo Del Nero, Sarney Filho e outros “morubixabas” da CBF poderá trazer dissabor ao dono do trono da CBF.
É o que há!
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