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“MEA CULPA”
Todos os esquemas táticos num jogo de futebol são bons e ruins.
Mas o bom mesmo é a qualidade técnica do atleta. Esta é inata.
A principal função de um técnico de futebol é entregar boas condições para que o atleta jogue tudo o que sabe.
No Brasil há muitos técnicos de futebol, mas poucos são verdadeiramente “professores”, os que conhecem detalhes de uma partida de futebol.
A diferença está na ousadia e na observação de como se desenrola um jogo.
Ensinam os cientistas do mundo da bola que o ótimo “professor” é aquele que decompõe o adversário e impõe o equilíbrio no controle da bola aos seus jogadores.
Infelizmente, o atual elenco bicolor não tem nada disso. A bola é mal tratada. Jogo embolado. Além da “pomada” que são alguns jogadores.
Após derrota bicolor para o Volta Redonda (1 a 0), técnico Luizinho, na coletiva, estava visivelmente desnorteado, olhando para os lados, e se complicou ao afirmar que “…eu preciso, também, organizar a equipe melhor dentro de campo…”.
Ainda bem que ele reconheceu que o seu time é um amontoado de jogadores, rifando a bola para todos os lados…
O Paysandu é grande. Luizinho Lopes não consegue abraçar o time.
Fazer “mea culpa” foi um ato digno do homem Luizinho Lopes, assumindo responsabilidade pelo arremedo de time que é o Paysandu.
Diretoria alviceleste reúne nesta segunda-feira, 5, tentando arrumar a casa para os dois jogos contra o CR, que está voando.
É o que há!
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