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NO FIO DA NAVALHA

“Tão perigoso quanto caminhar sobre o fio de uma navalha é o caminho que conduz o homem à sabedoria”, diz o texto da literatura védica hindu.
Nas primeiras horas de sábado, 10, marquei presença no aeroporto de Belém com duas indagações na ponta da língua para o executivo de futebol Carlos Esteban Frontini, 43, ex-atacante – dupla nacionalidade: Argentino-brasileiro -, que por 3 temporadas ficou no Vila Nova-GO, e que agora está na Curuzu.
Pensando pra falar, mas claro e fluente de estilo caprichoso, Frontini, educadamente, se desvia da questão de o “lobo está melado de graxa, na B”, respondendo que o “foco é a decisão de domingo, no que posso, a partir de amanhã (sábado), ajudar para a conquista do título”.
“Se a condição de ex-jogador de futebol, atuando como atacante, ajuda nas contratações dos jogadores pontuais que o Paysandu precisa”, indaguei.
De fina maneira, Frontini generalizou, afirmando que “todos os executivos de futebol são preparados e conhecedores do mercado, e que o profissional não trabalha sozinho, precisando de um grupo de pessoas para acertar nas contratações”.
Gostei, porque às 3h da madrugada, Frontini foi obsequioso para com este velho jornalista, a quem agradeceu pela recepção.
Deixei o aeroporto pensando na expressão “café pequeno” para quem conhece do riscado.
É o que há!
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