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CHEGA! SEEL QUER EXPLICAÇÃO SOBRE INGRESSOS DUPLICADOS

A empresa que confecciona os ingressos dos jogos do CR, é a mesma que produzia os bilhetes das partidas do PSC.
Diretoria bicolor ao perceber que algo estava errado na venda dos bilhetes, cuidou de distratar o pacto.
Para a infelicidade azulina e a farra dos larápios, diretoria azulina continua com a mesma empresa.
No jogo contra o Amazonas foram 3.031 ingressos duplicados detectados pelas roletas do estádio Mangueirão.
No primeiro RE-PA da decisão do PARAZÃO, 07 de maio, os larápios azulinos deram um tempo.
No domingo, 11, Remo campeão paraense da temporada, os bandidos voltaram a agir com maior ganância na venda de bilhetes duplicados, e rejeitados pelas catracas do lado A do Olímpico do Pará.
Segundo informações reais, foram mais de 3 mil bilhetes.
Mandei ao presidente Antônio Carlos Teixeira mensagem, via “uatizap”, sobre esclarecimento da diretoria remista, mas até o presente momento o dono do trono leonino não visualizou a mensagem.
“PR Antônio Carlos Teixeira, Palmas!!! Você é merecedor do título. Meu interesse é saber qual a posição da sua diretoria quanto aos ingressos duplicados nos jogos do CR. A SEEL confirma às irregularidades, mas informa, através da assessoria de imprensa, que o problema é do clube mandante. Se puder, explique, presidente”.
Confrade Paulo Sérgio Pinto, da Rádio Clube do Pará, noticia que a Secretaria de Esporte e Lazer – SEEL – notificou a diretoria azulina para se explicar sobre os últimos acontecimentos do domingo, 11, por ocasião do RE-PA.
As irregularidades só acontecem do lado A.
No dia 5 de maio o secretário Cássio Andrade convocou a diretoria remista para tratar do tema, e o representante do presidente Antônio Carlos foi o CEO André Alves, que recebeu as informações detalhadas do que acontece nas roletas do lado A do estádio quando dos jogos do CR.
Essas informações chegaram ao presidente Antônio Carlos, que, com certeza, está pensando pra poder se posicionar.
Aliás, não é de hoje que o Remo é roubado. “É muito fácil roubar o Remo”, disse o ex-presidente Zeca Pirão.
É o que há!
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