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MIJOU PRA TRÁS

O futebol paraense é uma pedra no sapato dos times goianos.
Atlético-GO é “descascado” por Daniel Paulista e consegue empate em 1 a 1 com o Remo.
O “varista” Carlos Eduardo Braga (RJ), no gol de Regis, viu “visagem” num contato de jogo.
Remo foi “assaltado”.
No Mangueirão, Goiás não passa de um 0 a 0 com o Paysandu, e o líder da série B não tem futebol para merecer ser o líder da B.
Se o Paysandu é um time técnico, ganhava o jogo, mas é limitadíssimo na competência individual.
Luizinho Lopes continua no comando do time bicolor.
Depois disso, rogo aos que me dão moral neste blogue para revelar que o empresário Leandro Brito, dono da INGRESSO S/A, empresa que confecciona e vende os ingressos dos jogos do CR, em Belém, não mostrou a cara no SHOW DE BOLA DALEPIX.
Na quinta-feira, 15, Leandro entra em contato com o jornalista José Maria Trindade e informa que o “sistema de roletas do Mangueirão é irregular”.
Então, o convidei para ser entrevistado no SHOW DE BOLA DALEPIX sobre as denúncias de duplicação de ingressos nos jogos do Clube do Remo. Aceitou o convite.
O link foi mandado, chamada telefônica por mais de 3 vez, ele, Leandro Brito, preferiu o silêncio.
O porquê da ausência entendo: ele sabe que o presidente do CR, Antônio Carlos Teixeira, está ciente das séries denúncias contra a sua empresa, que, aliás, já foi defenestrada do Paysandu, e, por outros motivos, já teve que se explicar à justiça.
É o que há!
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