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“TEMPO E DINHEIRO”

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Quem sou eu para explicar às inúmeras inquietações da diretoria do PSC, neste momento em que o time está todo melado de “graxa”.

O que ouvi e indaguei, exporei aqui em texto claro e fluente, no meu estilo reto, a coletiva do presidente Roger Aguilera e o executivo Carlos Frontini, à tarde de segunda-feira, 26, na Curuzu.

Serenos, tranquilos, executivo e presidente responderam às perguntas, demonstrando confiança na recuperação do time alviceleste.

Entendo que em determinados momentos, o repórter não tem que ser dotado de “finas maneiras”. Não. Tem que ser direto nas suas perguntas…

Nem gentil e esperto: atento ao mundo que me cercava.

Diante das dezenas de repórteres, na apertada sala de imprensa, do estádio bicolor, preferi ser o último a indagar.

Roger assumiu os erros, mas, nas respostas, das perguntas dos repórteres, o presidente deixou escapar duas palavras: “tempo” e “dinheiro”. Foram constanstes em suas explanações.

Estava eu teitei de munição para ser direto com o jovem presidente.

“Luizinho Lopes tem uma semana para trabalhar a equipe, o que ainda não teve, e vamos ter que ganhar o próximo adversário”, disse Roger.

Então, essa condição de ter tempo pra trabalhar transpareceu que se o Paysandu não vencer, Luizinho, roda. É a minha opinião.

“Orçamento de 2025 foi antecipado, presidente, para pagar elenco que lutava para não ser rebaixado, em 2024?”, indaguei.

“Verdade. Assumi o clube sabendo disso. Não é o presidente que deve é o Clube”, pontuou o presidente.

Sobre a dívida deixada pela administração passada, Roger foi inteligente, porque o ex-presidente Maurício Ettinger estava presente: “Eu vou deixar dívida para o futuro presidente!”.

Nos corredores da Curuzu fonte real me cutuca e diz: “A dívida é de 16 milhões de reais!”.

Sobre a “pomada” Keffel, que voltou pra Portugal, Roger confirmou que o Paysandu tem que pagar até o final do mês 900 mil reais ao clube português pra não sofrer sanções internacionais.

A esperança de Roger foi expressada quando revelou “que os abnegados nos ajudarão a contratar entre 6 a 7 jogadores”.

Esses “baludos” quando se unem, o Paysandu deixa de ser banhado de “graxa”. (Foto: Toti)

É o que há!


 

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