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DUPLA FELICIDADE

Quando Ricardo Gluck Paul, presidente da FPF, tornou-se vice-presidente da CBF, alguém pensou que eu estaria infeliz…
Enganou-se: minha felicidade foi dupla por saber que confrades do Sul maravilha sabem que em Belém tem um velho jornalista questionador, e pela ascensão de um paraense na poderosa plutocracia do futebol brasileiro.
Assim como me entusiasmei de bons propósitos quando o Cel. Nunes, em 2015, chegou lá, vivo este estado de ânimo com a presença de Ricardo Gluck Paul como um dos vice-presidentes da CBF.
Arreligioso, mas cristão, a minha formação espartana não permite que eu engendre maldade, pirraça, ódio contra alguém que não comunga dos meus escritos e dos meus falares como jornalista esportivo.
Não tenho bons motivos pra elogiar Ricardo Gluck Paul como presidente bicolor e nem como dono do trono da Federação Paraense de Futebol, os vistos são os “PARADÕES” durante sua administração, e a minha luta não tem sido em vão, porque mostro fatos: no PSC a propaganda de uma empresa de criptomoedas, em 2015, que o Clube não recebeu valores por expor a marca; na FPF, os constantes erros na condução do PARAZÃO, e o acordo com o Canal do Benja, que até hoje não foi explicado, quem ganhou dinheiro. CR e PSC não levaram uma “ana”. Como discordo da forma como foi eleito presidente da FPF…
“A fraqueza da memória/Dá força ao homem”, afirma Bertolt Brecht. A minha memória continua pujante.
Aos que daqui de Belém informaram número do meu celular para os caras da imprensa sulista, com a finalidade de que eu detonasse o Ricardo, sejam Homens e não covardes.
Pelo que espero: Ricardo Gluck Paul, como vice-presidente da CBF, construa obra duradoura em prol do futebol paraense, porque se não fizer, o pau canta.
É o que há!
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