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“NÃO SOU LADRÃO”

Caminhando pelo mundo da leitura me deparo com o bilionário Jeff Bezos, que, num papo didático, me passou uma lição de vida, lhe passado pelo seu avô paterno.
“No decorrer da vida é mais difícil ser gentil que ser esperto”. Está no meu HD.
Há momentos de gentileza.
O muito esperto se atrapalha e um dia a casa desaba.
Bisbilhotando a avassaladora onda de “ingressos duplicados”, nos jogos do CR, no Mangueirão, recebo relatório indicando-me “caminho das pedras preciosas”, mas não devo, jornalisticamente, me empolgar e lá na frente me ferrar.
Cutuco o presidente Antônio Carlos Teixeira, do CR, que me manda sete (7) parágrafos e num desses afirma que “não estamos parados. Mudanças já foram feitas… existe investigação criminal…”. Opa! Era o que eu queria.
Aciono a diretoria do Mangueirão e, respeitosamente, me informa que a Secretaria de Esporte e Lazer “confia nas diligências policiais”.
Parto pra cima do empresário Leandro Brito, dono da INGRESSO S/A, num papo reto e respeitoso, pelo “uatizap”, e ele me confronta indagando se eu teria coragem de lhe dá a oportunidade de defesa no SHOW DE BOLA DALEPIX.
“Vem que te quero!”, respondi.
Domingo, 1 de junho, Leandro Brito apareceu na tela da TV MARAJ0ARA, via link, cuspindo fogo, e relatou fatos escondidos até então.
“A minha empresa fabrica os ingressos e vende, mas não recebe nos portões do Mangueirão. É uma outra empresa responsável pelo sistema de catracas do estádio. É ela a responsável. E quando dá bronca na entrada, o funcionário dela não dispõe de computador pra resolver o problema. Ele tem que caminhar alguns metros para ir na central que fica numa das salas do estádio. Aí dá confusão!…”, afirmou Leandro.
Insisti sobre nome da empresa: “É a IMPLY, lá do Rio Grande do Sul!. A INGRESSO só vende. Minha empresa presta serviço em todo o Brasil, e não é aí no CR, que sirvo há 12 anos, e que tenho ajudado, que vou roubar, como estão me chamando de ladrão. Não sou ladrão!”.
Nesta segunda-feira, 2, empresário Leandro Brito contratou advogado criminalista Marco Antônio Pina para acompanhar o processo que está sendo investigado pela polícia civil.
Leandro me mandou cópia do BO processado pelo CEO da sua empresa, Sadi Ericeira Neto.
Cumpro com a minha função jornalística. Só isso me basta, porque não quero ter razão, quero ser feliz.
É o que há!
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