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BURRO DINÂMICO

Insisto na máxima do Neca-Neca Jaime Bastos: “Eu queria ser burro por dez segundos”.
A burrice e a maledicência são fatores humanos adquiridos, portanto, permitidos pelo ser humano.
Sem formação cultural, o burro não estuda, não lê, não pergunta e, a maioria, é arrogante, igual a alguns políticos.
É claro que há burro dinâmico. Na política partidária e na imprensa esportiva há muitos desse tipo: não escrevem, mas falam como se fossem ótimos “oradores” e se intitulam jornalistas, a profissão mais “picarateada”, no Brasil.
Vou de encontro aos bons costumes e às convenções éticas, mas como não quero ter razão, eu quero ser feliz, porque o que algumas pessoas pensam de mim não é da minha conta, serei “criminoso” e burro, sim, por expor uma burrice.
“Ineptire est juris gentium” (a inépcia é um direito de todos) e, assim sendo, não sei quem disse (e nem quero saber) que “o Paysandu não tem time, o Remo que vá lá e dê porrada”.
Se foi um torcedor, entendo a paixão, mas um radialista ou jornalista é inaceitável, a não ser que ele esteja se exibindo para aparecer. O que é moda em Belém.
Os exibicionistas fazem de um tudo para chamar atenção pra si.
Vivendo em Belém havia 45 anos, já vi o “Paysandu sem time” e ganhar do Remo e vice-versa.
Num RE-PA, evito ser burro, porque se o “Paysandu é o time das causas impossíveis”; o Remo, atualmente, é o time com uma SAF poderosa, mas que não é imbatível.
Em tempos de redes sociais, cabeças banais e pensamentos ocos germinam iguais moscas.
É o que há!
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