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“… VAI LÁ E DÁ PORRADA!”

“O Paysandu não tem time, o Remo que vá lá e dê porrada!”.
É o estigma da ignorância.
“O Paysandu é o time das causas impossíveis”, com um elenco mantido pela sua diretoria e alguns abnegados que chegaram junto de Roger Aguilera para tirar o time da “graxa”. E tirará.
Paysandu ganhou da poderosa “SAF” azulina de 1 a 0, gol de Diogo Oliveira, aos 27 minutos do segundo tempo.
Marcelo Rangel foi o melhor jogador azulino por ser excelente no que faz e salvou o Remo de ter levado dois ou três gols.
O melhor do Paysandu foi o técnico Claudinei Oliveira que com humildade, calado e sabedoria soube posicionar seus jogadores que desarmaram o losango deixado por Daniel Paulista, e que Antônio Oliveira nada mudou: Pavani, Pedro Rocha, Jandeson e Adailton. Este não viu a cor da Bola.
Morto o meio-campo azulino. Lateral Marcelinho tornou-se uma “avenida”.
Paysandu teve pegada na marcação.
Francamente, Antônio Oliveira me mostrou, neste RE-PA, que não tem repertório tático pra saí das “armadilhas”, e foi por isso que por onde passou não deixou saudade.
Claudinei Oliveira, em dois jogos, duas vitórias, mostrou-me que não é “zé mané” e sabe fazer leitura de jogo.
A jogada de mestre: meio-campo bicolor foi reforçado com Ronaldo Henrique no lugar da Matheus Vargas e o Vinni aberto na direita, Garcez, na esquerda, e Diogo Oliveira no corredor central. Só deu ele.
Paysandu foi determinado, teve vontade, melhor tecnicamente e taticamente.
Foi lá e deu porrada na “SAF” azulina.
“Eu sei que dói, ia, iá”. A arrogância precede a queda!
É o que há!
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