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MONSTRO EXIBICIONISTA
Há jornalistas e Jornalistas.
O verdadeiro jornalista informa com precisão, imparcialidade e responsabilidade e critica (e eologia) com isenção de ânimo.
A alma do monstro, às vezes, é um campo minado de maldade, de rancor; a razão e o juízo perdem para a paixão e o desejo de humilhar e desrespeitar quem não lhe é simpático.
As redes sociais estão teitei desses monstros exibicionistas, que se envergonham das suas origens.
No dia dos pais, chora; não vai ao cemitério pra não olhar pra lápide da “maldade”.
Os monstros desconhecem que “Deus repousa na razão” e vai muito além do “bem” e do “mal” da humanidade.
Monstros são “Hyde”, personagem de “O Médico e o Monstro”, de Robert Louis Stevenson, que afirma “não ser fácil descrever monstro”, porque é antipático e “profundamente odioso”.
Nunca escondi meu amor pelo Paysandu e minha gratidão pelo Remo, clube que primeiro vivenciei como repórter setorista, em 1980, e que nos corredores do Baenão conheci almas bondosas que me ajudaram a ser o que sou: Jorge Dahas, João Braga de Farias Jr (que me salvou de despejo de um apartamento no Império Amazônico, que comprei de quem lá morou por muito tempo e não pagou a incorporadora Tropical), José Miranda, Dr. Manoel Ribeiro e o “Mais Azul da Cidade”, o Jurandir Bonifácio, que foi meu primeiro mestre.
Que Deus – o que é rico, poderoso e festeiro – salve o meu Paysandu, o que deu as maiores glórias para Amazônia, da maldade do monstro exibicionista.
É o que há!
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