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O DEDO DO BOLERO

“Às palavras têm seus quês, os seus comos e os seus porquês”, diz José Saramago.
Assim é o futebol, com este Paysandu sendo “o time das causas impossíveis”, consagrou Eliércio Santino.
O bolero Claudinei Oliveira, em 15 minutos, mudou a história do jogo Paysandu 2 a 1 Ferroviária paulista.
Muito cobrado pela torcida, Marlon empatou o jogo e se consagrou sendo um dos melhores da peleja ao lado de Garcez.
Aos 45 do primeiro tempo, Tárik abriu o placar finalizando cruzamento de Juninho de bico da chuteira direita.
Com mudanças pontuais, Paysandu foi outro diante de um time que valoriza o toque de bola, a Ferroviária.
Zaga bem postada; sem posição definida, Garcez se destaca pelo pulmão.
Finalmente, a vitória consagrava quem jogava melhor: Marcelinho, que entrou no posto de Vinni Faria, virou o jogo aos 22 minutos, fazendo Paysandu 2 a 1, com a terceira vitória consecutiva do Papão ao comando de um boleiro que fala a linguagem dos seus jogadores, e que com um “dedo certeiro” mostra o seu conhecimento tático.
É visível a paixão, a disposição e o comprometimento do novo time bicolor.
A imposição do “transfer ban” da FIFA sobre dívida bicolor para com um clube português, referente ao lateral direito Keffel, diretoria bicolor informou à entidade internacional que já pagou a metade da dívida de um milhão e cem mil reais. (Foto: AI do PSC)
É o que há!
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