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TRANSCENDENDO O MEDO

Tenho dito que não é da minha conta o que pensam do meu jornalismo esportivo.
Falo com você que dá moral: prefere ter razão ou ser feliz? Prefiro ser feliz.
Saudável é sentir os próprios sentimentos. É se sentir “tufado” com o que faz, sendo usufruto do seu trabalho.
Trabalho muito pra produzir conteúdo para o SHOW DE BOLA DALEPIX da Rádio e TV Marajoara canal 50.1, e às barreiras que encontro pela frente; às pessoas que não me toleram e preferem não me encarar numa entrevista no cara a cara.
Tenho consciência que sou um cachorro velho sem dentes, mas não tenho o hábito de “passar manteiga em nariz de gato”, de adular quem não quer me conceder entrevista. Sou assim! É a minha natureza!
Sei que no Clube do Remo há pessoas que não me toleram e outros aconselham quem chega no Baenão a não me concederem entrevistas. Sempre foi assim, mas sobrevivo nesta terra, sem nunca ter “mordido a virilha” de ninguém.
Sou ligado em Martin Luther King que foi ferido pela segregação americana e não se deixou abater pelo ódio pessoal.
Mahatma Gandhi foi vítima da colonização britânica da Índia, mas o seu temperamento de paz foi maior que sua própria raiva.
Os dois foram vencedores…
Parei de “perseguir” a jornalista Samara Miranda para que intermediasse meu encontro com o diretor executivo leonino, Marcos Braz.
Se um dia acontecer nosso encontro, que ele não me abocanhe.
Não há medo em mim!
Do outro lado da avenida há um ser humano humilde e dócil: Carlos Frontini. Na bancada do SHOW DE BOLA disse que no “Paysandu não tem plano B, tem… A; que neste momento de crise, a solidariedade de todos é a força propulsora para que o Clube chegue aos 45 pontos”.
Revelou minucias como tirou Claudinei Oliveira do Londrina, e o atleta Garcez do Avaí, e que hoje, ao lado dos novos contratados, estão compromissados em tirar o Paysandu da “graxa”.
Fred Carvalho, o patrocinador do SHOW DE BOLA, sou grato pelo carinho e respeito, pela consideração para como o meu nome, mas sem nunca decepcionar meu ego e minhas convicções sobre muitas pessoas que passaram por CR e PSC, porque sou testemunha dos modos como agiram quando dirigentes.
O perdão e a compaixão, sim, Fred, mas nunca a bajulação, essa bactéria infecciosa que me dá enguio.
A revelação do relacionamento dos empresários com os jogadores que são vendidos para clubes (ou emprestados) foi o “stand up” do programa. Você se preparou para a plutocracia que é o futebol.
Dr. jairo (psicólogo), Carlos Frontini (executivo bicolor), Nelson Torres, Rui Bastos, Raimundo Feliz, Caio Ferreira (operador de áudio), Leandrinho (executivo do Grupo Marajoara) o amor nada destrói, só eleva a alma. Foi assim que desci a “torre”.
É o que há!
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