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DA EXCELÊNCIA À ILUSÃO

Os grandes impérios da humanidade desabaram: Otomano, Mongol e Romano.
Hitler, Mussolini, Stalin, Idi Amin, Pinochet, Milosevic, apartheid e a segregação racial nos EUA se acabaram comendo poeira.
No futebol mundial um “império” chamado Real Madrid sucumbiu diante do poder de fogo de uma “arma” chamada Luis Enrique, o técnico do Paris Saint-Germain, PSG, que amaçou, esbagaçou e humilhou o poderoso time espanhol, o maior campeão do mundo, por 4 a 0, na semifinal da Copa do Mundo de Clubes.
Roda de bobo, recital da bola, jogo coletivo, toque rápido e refinado, orquestra ao comando do maestro Luis Enrique, banho, baile, foram adjetivos usados por narradores esportivos que estavam no “MetLife, em Nova York.
Concordo com os confrades, mas o essencial, na minha opinião, é que o PSG foi treinado para que a bola não chegasse em Mbappe e Vini Junior, os atletas de explosão, e quando eles eram acionados estavam marcadíssimos com um em cima e outro na sobra.
A excelência do Real Madrid se transformou em ilusão, e quem melhor ousou foi o PSG, quebrando, esfarelando, com talento, a linha defensiva do elenco comandado por Xabi Alonso, que não viu a cor da bola.
Vi o time do PSG como se fosse um poderoso computador, com seus atletas vendo e calculando, minuciosamente, o mundo que o cercava, mas parecia uma obediência à “inteligência artificial”, e que os cientistas do futebol estão chamando de “inteligência cinestésica”.
É o que há!
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