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MARCELO RANGEL, O ÉPICO

Se o advogado e jornalista diplomado Hamilton Gualberto tivesse na ativa, com certeza, no seu comentário sentenciava: “O português colocou açúcar no tacacá e ficou gostoso”.
Antônio Oliveira viu o time do Remo, no primeiro tempo, ser inoperante diante de um time de Gilmar Dal Pozzo ter posse de bola, atitude, agressivo, mas incompetente nas finalizações.
Marcelinho, Neto Pessoa e Carvalheira tiveram as chances de ganhar o jogo no primeiro tempo, mas foram barrados diante da elasticidade de Marcelo Rangel, o “épico” goleiro remista.
Dal Pozzo eliminou o meio-campo leonino, o português não viu ou acreditou na sorte. Deu sorte!
Os laterais – Caetano e Mailton – chegavam ao ataque com facilidade; no meio-campo, Carvalheira, o “pião”, era o dono do espaço, e Marcelinho transitava do meio para o ataque livre sem marcação.
Por contusão, Marrony deixa o campo e entra Maxuel.
Aos 30 segundos do segundo tempo, lateral Mailton vai ao fundo, cruza e a bola encontra Carvalheira para fazer Chapecoense 1 a 0.
Como a sorte o bafejou no primeiro tempo, logo que o Remo levou o gol, o português tira do jogo Adailton e entra Pavani; Jaderson cede lugar ao Davó, e Janderson sai para a entrada de Regis; Cantillo substitui Pedro Castro. Melhora o Remo porque Regis tem qualidade no passe, aproveitando que o lateral-direito Caetano cansou.
Remo teve o direito da sexta substituição (o da “concussão”) porque Klaus saiu de campo sangrando, e Camutanga o substituiu.
Além de cansar de perder gols, a Chapecoense foi prejudicada com o carrinho perigoso do volante Bruno Matias em Pavani, aos 27 minutos. Cartão vermelho.
Remo foi ofensivo e chegou ao gol de empate, aos 50 minutos, em cruzamento de Regis que Luan Martins cabeceou pra empatar o jogo e salvar a “pele” do técnico português Antônio Oliveira, que ainda não convenceu muita gente. (Foto: Samara Miranda da AI do CR)
É o que há!
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