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SOL, ÁGUA E COLAÇO

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Não sou à palmatória do mundo.

E nem o dono da verdade.

Às vezes saio de casa com a ideia preguiçosa de não deixar meu ego ser germinado pelo futebol.

Tento me passar, como descreveu Machado de Assis, sua personagem Capitu, com “olhos de cigana oblíqua e dissimulada”, em “Dom Casmurru” …   É impossível.

Silvinho Santos me acusou de “bicho do mato” por não gostar de tirar retrato, mas é difícil para um jornalista questionador passar despercebido aonde quer que chegue.

Parte da manhã e início da tarde, desta quarta-feira, 16, No hospital da Beneficência Portuguesa, aonde tenho meus “sois”, “águas” e “colaços”, fui cercado por tunantes, bicolores e remistas, que me questionaram sobre os futuros de PSC, CR e TLB, e, como, em mim há “seja quente ou seja frio, não seja morno, que eu te vomito” (Apocalipse 3:16), atendi aos que me dão moral neste “condomínio”.

“SAF azulina é milionária e tem tudo pra ser A; PSC, aos trancos e barrancos, na B, e a TLB na C de 2026. Será ótimo para o nosso futebol”, é o que penso.

Um senhor de idade, que a tudo ouvia, se interpôs, e demonstrando amor pela Tuna, espantou a todos: “Espero não acontecer com o Remo o que aconteceu com o PSC em 2020, que ganhou tudo, e depois o dirigente foi algemado e preso”. Olhares de soslaios e de silêncio sepulcral.

“A grandeza de Deus se mostra através das coisas simples”, pontuou um paciente que a tudo ouvia atento ao papo do momento do nosso futebol.

Por mais que queira se fugir do tema, a “pacoteira” empapuçada de dinheiro que chega mensalmente no Baenão é o tema das bocas e das dicas, em qualquer roda de papo esportivo.

Sinto que às pessoas desejam ouvir de mim a origem do dinheiro que abastece o Baenão de ótimos jogadores e mantém comissão técnica caríssima, que não sei valores, e se soubesse não revelaria.

Que o Remo aproveite e que chegue aonde o Paysandu chegou.

Já pulei muitas “fogueiras” nesta terra por ser revelador de fatos que estão no submundo da bola, e não é agora, aos 75 anos, sendo um dos “últimos dos moicanos” que darei murro em ponta de faca, mesmo porque não tenho matéria substantivada.

Na tela: José Maria Trindade – consultório 7.

Sinto o cheiro do Dr. Diego Pacheco (bucomaxilofacial), que também, antes dos exames, quer saber do “nosso Paysandu” e revelei meu pensamento: “Não cai! Roger Aguilera não jogou pedra na cruz”.

Examinou-me e me deu a boa notícia: “Estás bem Zequinha!”

Pede-me para tirar retrato com ele. Não posso dizer que não…

Deixo o melhor hospital de Belém com a certeza de que Zezinho Alírio me dá luz e calor; Dr. Raimundo Eder (clínico geral, diretor técnico) dá-me vida, e o Dr. Diego Pacheco é meu colaço (não irmão de leite, “Epafrodito”).

É o que há!

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