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“CONCIERGES”

Presidente e vice-presidentes da Federação Paraense de Futebol não cruzam os bigodes.
É visível e sintomático que Ricardo Gluck Paul, o presidente, não prestigia os seus dois vices: Ricardo Oliveira e Reginaldo Souza.
André Cavalcante, diretor jurídico, e José Ângelo Miranda, secretário e acumulando função de CEO, são influenciadores federacionistas.
Os dois – Cavalcante e Miranda – são espécies de “concierges” da Federação.
Explico: a expressão “concierge” é originário do francês, que em tradução livre significa “atender diversas necessidades” – faz tudo.
No futebol paraense, o mais famoso “concierge” é o executivo Marcos Braz, no Clube do Remo.
Há dois anos, no gabinete do governador Helder Barbalho, por ocasião das assinaturas dos contratos do PARAZÃO/23, abordei André Oliveira sobre a não presença dele na sede da FPF.
“Eu e o presidente temos nossas indiferenças, mas nos respeitamos”, pontuou de forma sucinta, demonstrando não ter interesse em tocar no tema. Parei.
A insatisfação dos dois vice-presidentes para com o presidente Ricardo Paul se acentuou a partir do momento que galgou a vice-presidência da CBF e não se licenciou da FPF, abrindo espaço para que um dos vice sentasse no trono da Federação.
Adendo: Art. 151 do Estatuto da CBF: “Em caráter permanente, não poderá haver o exercício cumulativo de cargos em poderes e órgãos distintos da CBF, vedado igualmente, em caráter permanente, o exercício simultâneo de cargos em poderes e órgãos de entidade filiada à CBF”.
Fonte real informa que Luís Omar é candidatíssimo à próxima eleição da FPF e conversa com os dirigentes dos clubes, inclusive vem mantendo diálogo constante com o dois vice-presidentes da FPF, Ricardo Oliveira e Reginaldo Souza.
Para descanso de quem “milê”, o tema exposto aqui é “café pequeno” do que está no submundo da Federação Paraense de Futebol.
Ladrão, corrupto, ladinos são primeiro tudo isso para depois serem amigos.
É o que há!
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