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IMPONDERÁVEL

Inobstante, humilhações nas redes sociais para com o time bicolor, parte da imprensa esportiva, durante a semana, avisava: “Cuidado com o Claudinei. Ele é ‘perigoso’, porque ganhou do Coxa, quando técnico do Londrina, no Campeonato Paranaense”.
Claudinei posicionou time bicolor com os três atacantes – Garcez, Marlon e Diogo Oliveira – marcando a saída de bola do Coxa. Deu certo.
Leandro Vilela foi um “trator” de esteira no setor de meio-campo ao lado de Anderson Leite, bloqueando as investidas de Filipe Machado e Josué.
Com aplicação milimétrica, Josué, em cobrança de falta, fez golaço: 1 a 0 Coxa.
A lei do “ex” começou a ser evidenciada em seguida com Garcez empatando a partida: 1 a 1.
Diogo Oliveira e Garcez, por terem jogado no Coritiba, foram humilhados nas redes sociais.
O imponderável começava.
“O time das causas impossíveis” não jogava na retranca: encarava o líder.
Comandados de Claudinei Oliveira foram mais eficientes nas finalizações, em especial os humilhados Diego Oliveira e Garcez.
Nos dois gols, Diogo Oliveira me fez lembrar o “Dadá Maravilha”, que, igual beija-flor, parava no ar.
Dentro do “Couto Pereira”, Paysandu fez história: 5 a 2. Foi mortal!
O “perigoso” Claudinei Oliveira e a torcida Fiel foram merecedores de elogios rasgados por profissionais da imprensa curitibana.
Com moral, Paysandu deixa de ser “graxeiro” e espanta os adversários.
“Futebol é incerteza e acaso, incidentes a acidentes”; também é um jogo, às vezes, injusto, mas eficaz.
É o que há!
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