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“SAFEIROS”

Shh!
Às vezes brigo com meus pensamentos.
O que escrever e o que não escrever.
Como evito ser burro, penso que “cabeça oca é oficina do diabo” ou em pensamentos rasos que germinam e se espalham como varejeiras, no dizer de Schopenhauer.
Minha ilustre “fonte” carioca, após a coletiva do Marcos Braz, e que é meu confrade, diz pra eu procurar a radialista Cidinha Campos, da Rádio Tupy, que dirá para o Pará o dossiê do cartola que passou pelo Flamengo, mas que foi defenestrado.
– Zeca, Marcos Braz só se mete onde tem dinheiro. E em Belém ele encontrou uma “serra pelada”, que é o Remo, como você mesmo diz: uma SAF disfarçada. Ele é o mais novo “concierge” do futebol brasileiro.
Esta mesma fonte afirma: “Ricardo Gluck Paul era pra ser o presidente da CBF. Ele é um exímio articulador, mas foi barrado por ter sentença judicial numa Vara Federal, em Belém”.
Apesar de tudo, reconheço o poder de articulação do empresário e presidente da Federação Paraense de Futebol, Ricardo Gluck Paul, que está no trono da casa do futebol por uma decisão “surreal” de uma autoridade judicial, que depois se envergonhou do ato e se julgou suspeita, e o processo dorme em um dos escaninhos da justiça paraense.
Justiça se faça: Ricardo chegou à vice-presidência da CBF por ser “safeiro” (“safo”), derrubando cartola apadrinhado de Davi Alcolumbre (UB) (presidente do senado) e de Randolfe Rodrigues (PT-AP) e líder do governo no Congresso Nacional, Roberto Góes (UB) deputado estadual no Amapá.
A burrice não é permitida! Viva os “safeiros”.
É o que há!
P.S: Este “condomínio” passará por uma manutenção preventiva para dá mais agilidade ao “saite”, ao comando do meu “colaço” Francisco Roan Pereira Corpes.
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