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“NULO DE PLENO DIREITO”

Há quem pense que em mim há má-fé quando de uma entrevista.
Neste velho jornalista há coragem, concisão, laconismo e expressividade nas minhas inquietações.
Não falo e nem escrevo segundo meus caprichos, sigo à risca Goeth que eternizou: “O homem nobre tem que se esforçar pela ordem e lei”.
Pensar no futuro depende de criação, de ousadia para alcançar objetivos.
Vice-presidente operacional e diretor jurídico do Paysandu, advogado Márcio Tuma revelou no SHOW DE BOLA DALEPIX que o Paysandu está sob efeito do transfer ban da FIFA, contudo está agindo rápido para quitar débito de 480 mil reais junto ao Torrense, “porque já pagamos a metade”, confirmou.
Transparência bicolor veio à tona, em questionamento do Fred Carvalho, e como “estou preparado”, disse Marcio Tuma, afirmando, em seguida, que “ainda não foi publicado os seis meses de administração Roger Aguilera porque a contabilidade ainda não concluiu balanços referentes a 2023 e 2024”, explicou.
“Prefiro não falar sobre o processo, mas estamos atento: Tuma prefere o silêncio sobre o processo “Pikachu”, que e o empresário Luiz Henrique cobra 10 milhões de reais do PSC de uma transação, em 2012, na administração Luís Omar.
Fred Carvalho tem acertada todas: foi assim com o atacante bicolor Eis Garcia. “Não fica no Paysandu”, afirmava Fred.
“Kadu não fica no Remo”, ratificava o empresário.
Sobre o processo “Pikachu”: “O processo é nulo de pleno direito. O empresário Luiz Henrique não vinculou os direitos econômicos a um clube. Foi lunático”.
Por essas e outras que Paysandu está tranquilo, inclusive o processo do ex-técnico bicolor, Hélio dos Anjos, que cobra R$ 2,6 mi do Clube de Suíço.
“A maior parte dos valores cobrados está vinculada ao direito de imagem, e vincula-se a uma empresa. Ministro Gilmar Mendes suspendeu o processo, porque o pleno do STF analisará a questão”, pontuou Tuma.
Entendo que as administrações dos clubes são herméticas, mas o futebol é público e cabe a este velho jornalista bisbilhotar, constatar e revelar.
É o que há!
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