Uncategorized
“A MULETA PORTUGUESA”

Antônio Oliveira, técnico azulino, numa entrevista disse “não ter tempo para treinar o time devido as viagens e os jogos”.
Desculpa esfarrapada. Todos os times brasileiros vivem no corre-corre.
Perdão. Não é desculpa… É “muleta portuguesa!”
Neste texto colocarei meu raciocínio do jeito que sou: tosco e cortês, desagradável e compassivo, justo e perplexo, honesto e provocativo, porque não acredito no profissional (técnico de futebol) Antônio Oliveira.
Tem demonstrado ironia à beira do gramado e não vejo desde o dia 21 de junho quando perdeu de 1 a 0 para o Paysandu habilidades para mudar esquema tático do time leonino com a bola rolando.
Neste elenco milionário do Remo, “seu” Antônio Oliveira não apresentou nada de novo, e o que se vê é o goleiro Marcelo Rangel sendo, a cada jogo, o herói da partida.
Se o goleiro se sobressai, algo de errado tem no posicionamento da defesa. Ou não é assim?
Contra a Ferroviária, zagueiro Kayky entregou a “rapadura” duas vezes; o time todo jogou espaçado; Por ser artilheiro da competição (10 gols), Pedro Rocha, a cada gol, valoriza-se no mercado, e, às vezes, ganancia, não servindo o companheiro que está melhor colocado. É trabalho para o “professor” orientar o “aluno”.
Pavani lento na saída de bola; Vizeu é “fantasma” dentro de campo (no dizer de Nelson Torres), mas penso que falta o técnico apresentar um esquema para que ele jogue o que sabe jogar, e Davó não tem tônus muscular para a conclusão perfeita.
Time azulino dentro do Mangueirão teitei de torcedor, em nenhum momento, encurralou a Ferroviária. Não teve força.
O mundo da bola tem me mostrado que técnico de futebol tem que ser metódico, meticuloso e, juntamente com sua comissão, estruturado taticamente, para atacar os pontos fracos dos adversários.
Já me posicionei sobre a nova ordem mundial no futebol: defesa sólida e a transição rápida da defesa para o ataque. Posse de bola não ganha jogo. Time azulino cansa no segundo tempo.
Que os deuses do futebol me castigue pela coragem de expor o que vejo, penso e o que sei sobre futebol, e, francamente, não é da minha conta quem pensar diferente.
É o que há!
![]()
