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A MARCA DA HUMILDADE

Na chegada da delegação bicolor, vinda do Paraná, imagem da TV Liberal, no saguão do aeroporto de Belém, mostrou o técnico Claudinei Oliveira ajudando o Cristovão, funcionário que cuida da rouparia do Clube, a levar as malas para o ônibus.
“Desde que chegou na Curuzu, ele sempre agiu assim, tanto na ida como na volta”, informou fonte que preferiu anonimato. “Deixe, professor, que dou conta, vá descansar”, diz Cristovão, mas o “professor” continua ajudando o roupeiro.
A assinatura da alma bondosa é a humildade, e, pensando nos humildes, o filósofo francês Maurice Blondel sacramentou: “Se você realmente quer entender um homem, não ouça o que ele diz, mas observe o que ele faz”.
Prazerosa é a compaixão humana, o espírito fraterno, estender às mãos a quem precisa sem querem saber quem é.
Não importa “marca”. Todos os homens e mulheres que demonstraram humildades, superaram desafios e foram vencedores: Jesus Cristo, Madre Tereza de Calcutá, Irmã Dulce, Martin Luther King, Mahatma Gandi e tantos outros.
Não é à toa que toda a imprensa sulista – em especial os radialistas paranaense – rasgam elogios ao comportamento do técnico bicolor.
É o que há!
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