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SOB VARA

Ricardo Gluck Paul, presidente da FPF e vice da CBF, é um personagem atraente, seguro, autoritário e convencido.
No comando da Federação Paraense de Futebol é autocrático e frio.
No desportista Ricardo Gluck Paul não há afeto: o que existe é interesse pessoal, e pra atingir objetivos é capaz de negociar com Deus e o fute.
Respeitar as normas o constrange e assim arroga-se acima das leis, e, com “jeitinho” articulado, chegou à Confederação Brasileira de Futebol, e, apesar de tudo, não é o dono do trono da entidade porque é condenado em vara federal por ato de corrupção, sendo um dos integrantes da quadrilha de Duciomar Costa, que “estuprou” os cofres da Prefeitura de Belém, em 2019.
Enriquecimento financeiro, crescimento como cartola e o desenvolvimento do esporte paraense são suas ambições, mas reconheço que enquanto a este velho jornalista, nele – e alguns dos seus aliados – há um pensamento perverso.
A vida nos ensina através dos nossos erros e, cá comigo, penso o que é “viver sob vara”.
Por ser acusado de “delinquente”, Luís Omar acionou à justiça.
Reginaldo Souza, vice-presidente da FPF, vai à justiça pedindo o afastamento de Ricardo Gluck Paul da presidência da FPF.
Nesta sexta-feira, 8, o presidente do Independente de Tucuruí, Magid Assunção Ramos (foto), representado pelo advogado Fernando José Marin Cordeiro da Silva, protocola na 9ª Vara Cível Empresarial de Belém ação contra FPF e a juíza Mariana Barreiras, do STJD, requerendo a anulação do julgamento dos recursos realizado no pleno da corte no dia 21.03.2025.
“O Independente de Tucuruí teve seu direito de defesa cerceado, porque o Clube não foi intimado para apresentar contrarrazões aos recursos e violações aos princípios constitucionais e desportivos do devido processo legal, da ampla defesa e do contraditório”.
Certa vez, na manhã de um sábado, na Feira da 25, ouvi um ótimo advogado dizer: “Juízes e desembargadores são pagos pra julgar, mas, também, são pagos pra não julgarem.
Cadê o processo que contestou a eleição de Ricardo Gluck Paul, em 2022? Quem souber que aponte o escaninho que o mesmo está engavetado.
É o que há!
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