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LUZ DE VAGALUME

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Paysandu é pra mim uma das dádivas divinas: há uma mistura de raiva e prazer, mas não trai, que pode ser a pior “facada” que um homem pode receber quando desferida pelas costas.

Deixo o aeroporto, por volta do meio-dia desta quinta-feira, 14, pensando na expressão de Eliércio Santino: “Paysandu é o Clube das causas impossíveis”, no primeiro momento, para logo aparecer um filho de Deus e estender às mãos ao Clube que deu – e continua dando – às maiores glórias para o futebol da Amazônia.

“Agradeço ao governador Helder Barbalho pelo aumento dos valores que o Paysandu recebe do BANPARÁ, aumentando em 600 mil reais, o que pagará a dívida com o Torrense, e a outra parte que arrumei servirá para contratar 3 jogadores que estão acertados”, revelou-me Roger Aguilera.

Presidente bicolor já assinou a papelada e espera pelo repasse do BANPARÁ à conta do Clube, que, em seguida, fará a transferência internacional. Acaba com essa desgraça de Transfer Ban!

Foge dos meus princípios revelar valores de folha salarial de clube, quanto ganha técnico, jogador, executivo, enfim… não é da minha conta.

Foi o Roger Aguilera, dono do trono bicolor, que me revelou: “R$ 2,5 mi é o valor da folha salarial do Paysandu. E esta conta não bate com a receita do Clube”.

“Por que não bate receita e despesa, Roger”, indaguei. “As dívidas do passado são absurdas e temos que pagar, porque se não mais tarde a justiça cobra e sobrará para os outros dirigentes”, confessou o presidente.

“A folha do mês passado, complementei R$ 1 mi”, assentou.

Então, é necessário que o torcedor saiba o que se passa na Curuzu, porque o Clube não tem “santo padroeiro” e nem “mercenários apátridas, ávidos por dinheiro de origem duvidosa”.

A CBF ainda não pagou a premiação da Copa Verde e nem sabe quando pagará, porque a nova administração passa por levantamento contábil.

A terceira fase da Copa do Brasil, do ano que vem que o PSC já está classificado por ser o campeão da Copa Verde, a cota é injusta, segundo Roger: “Os clubes que chegam à terceira fase recebem valores à partir da primeira fase, passando pela segunda com premiação maior e a terceira fase aumenta a cota, então esses clubes recebem muito mais que o Paysandu, e foi isso que questionei com o presidente da CBF, que ouviu e prometeu analisar o tema”, explicou.

Indiscutivelmente, a luz de um “vagalume” iluminou o caminho do lobo.

Futebol, no mundo, é um jogo de negócios, e, na maioria das vezes, a relação é incestuosa –  pra se conseguir sobreviver.

É o que há!

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