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HELDER! HELDER! HELDER!

De um apaixonado bicolor para o governador Helder Barbalho.
A princípio afirmo, sem medo de repressão, que nunca votei no pai, na mãe, no primo e nele para o trono do Estado do Pará.
Na última eleição, votei no Igor Normando porque não tolero o político Edmilson Rodrigues, e digo o porquê: como arquiteto nunca fez um projeto para melhor o panorama urbano de Belém.
Estou consciente que minha opinião descontentará muita gente, principalmente àqueles que se dizem “esquerdistas”.
Talvez eu esteja cometendo uma terrível heresia em contextualizar o que penso neste momento: minha gratidão pelo que fez o governador Helder Barbalho ao meu Paysandu Sport Club.
O Clube não poderia ficar ao deus-dará, com o presidente Roger Aguilera tentando encontrar um “anjo da guarda” que adiantasse 600 mil à instituição para acabar com a “desgraça” do Transfer Ban, e num momento de lucidez, falou alto a sensibilidade e a generosidade do desportista Helder Barbalho, autorizando o BANPARÁ a repassar à diretoria bicolor a “pacoteira” a título de majoração financeira do contrato que há entre PSC e o Banco do Estado do Pará.
Com este gesto, governador, fica expresso a grandeza de vossa personalidade; a meta do desportista é ajudar e ver a grandeza do futebol paraense. Infelizmente, há os que só pensam na riqueza individual.
Governador, desde quando o CR aparece no vosso dia a dia, percebo que há no remista a satisfação da vontade de mostrar pro mundo que o Leão Azul é o Clube que está dentro do homem Helder Barbalho, como o Papão está em mim, que nunca escondi de ninguém pelo fato de ser jornalista diplomado.
Passo por alguns momentos de silêncio diante do laptop: escrevi a verdadeira verdade que há em mim sobre o desportista Helder Barbalho. Pode soar esquisito pra você que “milê”, mas não poderia ficar mudo se em mim há ecos, ressonâncias e evocações em repetir: Helder! Helder! Helder! O “herói” bicolor!
Adendo: a repetição de um nome próprio torna-se rico e recheado de sentido!
P.S: Com sua língua “bífida” não me critique. Pense! …
É o que há!
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