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ENSIMESMADOS

“Ter”, “ser” e “fazer” são às “desgraças” nas vidas de muita gente, neste país, que a grande maioria quer ter o que não tem, quer ser o que não é e quer fazer o que não sabe – e nem pode – fazer.
Na Netflix há o filme “O Dilema das Redes”, em que mostra os efeitos negativos e positivos das redes sociais, principalmente quando manipuladas por apedeutas, que nunca passaram por uma “Academia” do conhecimento.
São os “doutores” da “praga” da “formação de opinião”. E há quem dê trela a essas nonsenses.
Quem na face da terra não passou por “desertos”? Qual o time de futebol não teve momentos barulhentos e alegres? Guardiola afirma, do alto da sua plataforma, que “futebol é incerteza e acaso, incidentes e acidentes”.
Aprendi ao longo desta minha carreira como jornalista diplomado – falando e escrevendo, porque há quem fale muito e não escreve “pn” e vice-versa – que “Deus nos dá o bote e os remos, mas remar é conosco”, e muitas das vezes precisamos enfrentar correntezas, buscando forças nos braços para encontrar “corredeiras” que nos levam ao porto seguro.
Em muitos apedeutas, que se dizem “formadores de opiniões”, há ensimesmento. Estou fora disso!
No Brasil, gente bonita e feia, em grande parte, paga caro por serem “baludos”: Neymar, Romário e aqui na terrinha, o jovem Roger Aguilera, que cometeu o “crime” de se arvorar a ser presidente do Clube que viu o avô alisar e vender patrimônio familiar pra salvar o Paysandu, e não alisou o pai porque sempre preferiu ajudar “a latere”.
As redes sociais, infelizmente, não permitem que os incultos “influenciadores” não sintam os seus egos, desconhecem o senso do “eu”, infelizmente.
É o que há!
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