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RELACIONAMENTOS E INVESTIMENTOS
Desde que chegou no Baenão, no dia 3 de junho, que as atitudes de Marcos Braz têm chamada a minha atenção.
Se conhece o caráter de um homem pelo que fala e o que faz.
Indiscutivelmente, o “mordedor de virilha”, como é conhecido no Rio de Janeiro, tem mente criativa e rápido na eficiência.
Inquirido por mim, a quando da primeira coletiva, sobre se era “um dos investidores do CR”, Braz respondeu: “Sou funcionário do Remo, mas tenho investimentos na Petrobras”.
Contra o Coritiba, que jogou desde os 20 minutos do segundo tempo com menos um (goleiro Morisco foi expulso), time azulino se arregou e a torcida azulina quis a morte…
Ao final do jogo, o cardeal “Mazarino”, do Baenão, tira da coletiva o “professor” Antônio Oliveira, “afilhado” dele, e se apresenta para a entrevista com a finalidade de tirar o foco de cima do técnico, culpando o árbitro Jefferson de Ferreira de Moraes (GO) pelo placar de 0 a 0.
Braz sabe o momento de desacelerá uma situação e dá um “cala boca” a quem poderá lhe incomodar no ambiente de trabalho.
“Comer sozinho” não tem graça e pensando um palmo longe do nariz, Marco Braz investe em torcidas organizadas.
Era assim no Rio de Janeiro e será do mesmo jeito em Belém.
Dinheiro, poder, segurança e o prazer de fazer fazendo são coisas boas, mas a maldade consiste em tentar obtê-los por métodos mesquinhos.
Com o investimento aplicado no elenco azulino, o time tem que ser A em 2026.
É o que há”
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