Uncategorized
INFELIZMENTE

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas”, ensinamento da raposa para o Pequeno Príncipe, no capítulo XX, do clássico da literatura universal.
Na quinta-feira, 28, o CR perde de 1 a 0, dentro do Mangueirão, para o Criciúma, e cansou de perder gols.
Antônio Oliveira continua no Baenão, e a diretoria mantém-se calada sobre a demissão do técnico português.
Continuando com sua “via crucis”, Paysandu perde de 2 a 0 para o CRB, e os jogadores bicolores acharam um viés para se desculparem da incompetência: a árbitra Edna Alves por não ter confirmado a penalidade do Henri sobre o Leandro Vilela, aos 43 minutos, quando o bicolor perdia por 1 a 0, gol de Thiaguinho, aos 3 minutos do segundo tempo.
Diogo Oliveira, aos 44 minutos do primeiro tempo, se espantou com a bola tocando na sua canela após rebote do goleiro do CRB.
O mesmo Diogo Oliveira, aos 18 do segundo tempo, de cara meteu a bola por sobre o travessão do “Galo” alagoano, e Edinho, aos 30, de frente pro gol chutou a bola pra fora.
Futebol jogado por CR e PSC tem me deixado tedioso, porque aonde chego ouço a máxima: “O Remo não sobe e o Paysandu cai!”
Certos ou errados, somos produtos das nossas escolhas e, assim sendo, PSC e CR não nos pediram para serem amados, nos cativaram pelas cores, pela história, pela camisa e pelas glórias.
Não perdi às esperanças de o CR ascender à A, e o PSC permanecer na B, porque matematicamente nada está perdido.
Dois jogos em casa – Volta Redonda e América-MG – são partidas decisivas para o time de Suíço buscar a redenção, do contrário, jogarei a toalha.
Por ser uma “SAF” disfarçada, o Remo tem “bala na agulha” para contratar um técnico que dê evolução tática dentro de campo ao time que tem bons jogadores.
Parodiando a raposa, o “essencial” – em PSC e CR – “é invisível aos olhos”. (Foto: Toti)
É o que há!
![]()
