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“DITADORES”

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Quando o VAR – Árbitro Assistente de Vídeo – chegou ao Brasil – no futebol pernambucano, em 2017, e na Copa do Brasil, em 2018 -, eu disse que “não moralizava o futebol brasileiro, porque dependia da mente humana, e esta, às vezes, é leviana”.

Explicação!

Tenho hábito de transformar em adjetivos expressões substantivas e de aportuguesar palavras inglesas. Ex: Árbitro de vídeo é “varista”; motorista de Uber é “uberista” e quem desvirtua a função do cu é “cuísta”; a plataforma “X” é “ékisi”. É a economia fonológica. Posso “ekisar”.

Os “varistas” estão no centro das atenções do futebol brasileiro: no jogo CRB 2 a 0 PSC o “varista” Elmo Alves Resende Cunha(GO) chamou a atenção da árbitra Edna Alves Batista(SP) por não ter marcado a penalidade do zagueiro Henri, que chutou o calcanhar esquerdo de Leandro Vilela dentro da pequena área. Na cabine do VAR, ela viu, reviu e não se convenceu da penalidade, porque o que o “varista” Elmo Alves(GO) viu ela não enxergou (ou não quis se render à tecnologia, preferindo o seu juízo. Portanto, questão de interpretação. Árbitros consultados por mim, nuns marcavam, outros não.

O árbitro Paulo César Zanovelli da Silva (MG) está sendo criticado porque marcou penalidade contra o Flamengo, que vencia o Grêmio por 1 a 0.

No meu entendimento, acertou: pois o defensor do Flamengo não recolheu o braço e, na sequência, evitou o cruzamento. E por isso o “varista” não o acionou.

Enquanto o apito brasileiro não ser profissionalizado – com direitos e obrigações para com quem lhe paga –, os “apitadores” continuarão sendo os mais cruéis “ditadores” dentro de um pequeno território.

Gustavo Melo, árbitro há 15 anos e advogado criminalista, revelou no SHOW DE BOLA que “é árbitro por amor, porque não precisa do “apito” pra viver e nem se vender uma saca de carvão, mas erra porque é ser humano”.

E no Baenão, estou a empreender todos os esforços para saber a opinião do presidente Antônio Carlos Teixeira sobre o técnico Antônio Oliveira.

Continuo com “cara de égua” após a “barrigada” da última sexta-feira, 29.

Às “incertezas” no futebol paraense, fazem-me ser arrebatado por um turbilhão de inquietações, ficando entre o “certamente” e “provavelmente” e o “bem” e o “mal”

É o que há!

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