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PAPO EM MESA DE RESTAURANTE

Por pouco – muito pouco, mesmo -, Marcos Braz não se tornou o executivo bicolor.
São os negócios girando em torno do mundo da bola.
Muitos empresários vivem em torno desta plutocracia que se chama futebol. E rende muito dinheiro.
“Nenhuma história do mundo moderno é completa sem levar em conta o futebol”, expressão mais que verdadeira do sociólogo inglês David Goldblatt.
No início deste ano, em uma mesa de restaurante, na Avenida Paulista-SP, Marcos Braz é apresentado a um mega empresário paraense ligado ao Paysandu.
– Você aceita trabalhar no Paysandu? – indagou o “baludo”.
– Aceito, sim, desde que me dê condições: bom salário, casa e carro.
O “baludo” telefona pro filho, que também é empresário, e este pediu tempo pra pensar.
Neste ínterim, o todo-poderoso lobista paraense Alexandre Coelho soube da possibilidade de Braz pisar na Curuz u.
– Marcos Braz, vem pro Remo. O negócio é comigo. O que o PSC te ofereceu pago o dobro! – Sentenciou Coelho.
– Fechado! – Afirmou Marcos Braz.
O lobista e o executivo são velhos parceiros.
Este fato ouvi numa roda de loja de conveniência tomando café com gente “baluda” e que sabe da vida de Deus e o mundo.
Às vezes não enxergamos o “cavalo selado”: temos que ter coragem de encarar, de assumir, de acolher e defender nossos quereres, que parecem – muitas das vezes – invisíveis. (Foto: Samara Miranda)
É o que há!
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