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AUTONOMIA DE PENSAMENTO

Uma vez ao dia, o “venenoso” me chama pelo “uatizap” e vice-versa.
Como de sempre, nossas “intimidades” futebolísticas versam sobre o futebol paraense e, em particular, o nosso amor, o Paysandu.
A minha “autonomia de pensamento” me faz ser um provocador da “intelligentsia” jornalística esportiva desta terra.
Disse ao “venenoso” que estou no mundo, mas não sou deste mundo pelo Paysandu fazer parte do meu mundo”.
Quer gostem disse quer não, o mero fato, “venenoso”, de fazermos a diferença nesta terra em que os “papagaios” tudo copiam e tudo “acham” e são arregões, porque escondem seus amores…
Quem não é Paysandu ou Remo nesta cidade, que me deu régua e compasso?
Meu jornalismo e o amor pelo Paysandu não são passatempos. É apostolado! E sei dividir o jornalista (apátrida) do homem José Maria Trindade Pereira.
Recuso-me a discutir com os “vesgos” que desejam ver CR e PSC na Elite do futebol brasileiro, sem passarem por “reestruturação” se moramos sob arquibancadas e não temos equipamentos essenciais em nossos departamentos de saúde.
O meu encontro com Marcos Braz, na noite de sábado, em seu “ap”, encheu-me de convicção monolítica sobre a minha “autonomia de pensamento”.
Preferimos remediar do que prevenir e assim será enquanto Lobo e Leão continuarem contratando carradas de jogadores “ladrões” em vez de gerar, criar e educar suas “sementinhas” em seus CTs.
Inobstante esses desacertos, o nosso “lobo” melado de graxa, “venenoso”, nos deu sono sereno, um acordar feliz, pensando de que nada está perdido e que o “Paysandu é o clube das causas impossíveis”.
“No amor não existe medo”. Não tenho medo de te amar, meu Papão, gostosão, tesudão. És uma convulsão deste mundão!
É o que há!
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