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“…É TUDO VAIDADE”

Nestes 75 anos de vida, completados no dia 7, passei por bons momentos, contrariedades e sofrimentos ocultos.
Como ao ver, pela TV, o “lobo” atolado na graxa, respirando por aparelho no PSM da 14 de março.
Com minha consciência magoada, não saí pro café da manhã, preferindo o isolamento a ter que encarar o bulício mundano.
De nada adianta ficar no cafofo: “Zequinha, é o leão que vai mandar o lobo pro ‘Renato Chaves’”, gozou meu leitor Amaro Coutinho, pelo “uatizap”.
Eu que gosto tanto de falar e conversar, sinto-me macambúzio e o coração fatigado de ver o time bicolor não reagindo, em campo, e mostrando pro seu torcedor que o “enterro está seguindo”.
Por demais, Roger Aguilera confiou na opinião dos outros para contratar Denner (não dá um passe certo); Rossi (andando em campo), o maior “mememe” (engodo) dos últimos anos, na Curuzu.
Do outro lado, meus “olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos de ouvir” a grandeza do time leonino, com as contratações acertadas de atletas que estão honrando a camisa do CR, porque no momento certo os dirigentes colocaram o dedo no suspiro.
Eu que aprendi a valorizar a vaidade, após assistir ao filme Advogado do Diabo, de 1977, com Al Pacino (este no papel do diabo), no final da fita, Pacino diz: “Definitivamente, a vaidade é o meu pecado favorito”. A minha está abalada pelo orgulho que tenho de nunca ter negado meu amor pelo Paysandu.
Não negarei e nem murmurarei. O PSC é eterno e tem me dado alegrias imensuráveis, desde 1972 quando iniciei minha trajetória no jornalismo esportivo, na Rádio Educador “São José” de Macapá, em 1972.
“Vaidade de vaidade! É tudo vaidade”, lembra o Eclesiastes.
É o que há!
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