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QUEM SABE, SABE; QUEM NÃO SABE SE SACODE

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A transição remista da defesa para o ataque é um míssil potente.

Pelo alto a zaga do “Furacão” é uma “peneira”.

Por estarem impedidos – Luís Fernando e Dudu –  dois gols athleticano foram anulados pelos assistentes Luís Filipe e Shumacher, no primeiro e segundo tempo.

 Primeiro tempo de jogo pegado, bem disputado no meio-campo, mas sem finalizações.

Merecidamente, Remo ganhou de 2 a 1 do Athletico-PR, com o Baenão teitei de fenômeno azul.

No finalzinho do primeiro tempo, em bola cruzada da esquerda, Marcelinho apareceu rápido chapando a bola e fazendo Remo 1 a 0, aos 45 minutos.

Sabendo fugir da marcação, Panagiots sabe o que faz com a bola nos pés.

Odair Hellman processa mudanças, com Dudu e Léo Derik dando vitalidade ao ataque atleticano.

Remo se encolhe para explorar o contra-ataque.

Numa bola reboteada, Dudu empata a partida, aos 19 minutos, com o Remo sendo “acuado” no seu campo.

Numa bola esticada da defesa para o lado direito, surge o cruzamento na área atleticana, e sem marcação, volante Caio Vinicius cabeceia certeiro no canto esquento esquerdo de Santos, com o Remo pulando na frente do placar: 2 a 1.

Guto Ferreira muda algumas peças e o time continua voluntarioso, saindo da defesa para o ataque a mil por hora.

Numa escapada de Pedro Rocha, que entrara no lugar de Diego, avança da esquerda para o centro e ao penetrar na área é derrubado por Aguirre, com o árbitro Afro Rocha marcando, acertadamente, a penalidade.

Na cobrança da penalidade, aos 42 minutos, o artilheiro Pedro Rocha chuta pra fora.

Há técnico que atrapalha um elenco de futebol, quando não sabe lidar com as peças, e há àqueles que fazem o simples, posicionando às peças em seus devidos lugares. Foi o que fez Guto Ferreira.

Agora, é esperar o RE-PA!

É o que há!

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