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A PLENITUDE

Re-pa 780 para o jornalista Ferreira da Costa; 773 para o professor, estatístico e historiador do CR, Orlando Ruffeil, tem sido drama torturador para os bicolores; para os azulinos, otimismo vital e verdadeiro.
Por mais que se diga que Re-Pa a história é diferente, pelo passado, o clássico mais jogado no mundo da bola, penso que o pessimismo atormenta o mais fiel bicolor.
Lobo melado de graxa; Leão com a juba empinada; Papão precisa vencer; de flozô, Remo pode até perder porque está confirmadíssimo na B do ano que vem.
Remo de Guto Ferreira, que ainda não perdeu (3 vitórias), está inteiraço com todos os jogadores à disposição do técnico e uma vitória sacramentará ainda mais o moral do “Gordiola”.
Márcio Fernandes não contará com Rossi (este o maior mememe) e Diogo Oliveira, mas o time está afoito, porque o Re-Pa é “princípio e fim”; um não existe sem o outro. Ou seja: um não exclui o outro.
Catedral do nosso futebol teitei de “Fenômeno Azul” e da “Fiel”, a convulsão da natureza, é a plenitude do futebol amazônico.
“Posso até caí, mas não quero perder pro Remo e jamais abandonarei o Lobo”, disse-me Romário, que estará no Mangueirão levando nos braços a imagem de Nossa Senhora de Nazaré.
Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come… E o “Renato Chaves” é logo ali.
Não há absurdo: é transparente a realidade do elenco remista pelo que tem produzido ao longo da competição.
À “condição humana” do time bicolor é “estranha”: venceu e convenceu Coritiba e Criciúma, os líderes da competição, e perde para o Botafogo paulista.
Com o mais profundo escrúpulo deste velho jornalista no que estou escrevendo, perdão, neste Re-pa, não consigo intuicionar que o “Paysandu é o time das causas impossíveis”.
Ou que a santinha do Romário fará milagre. É mesmo?!
É o que há!
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