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RABO DE FOGUETE

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O burro nunca será cavalo.

Carlos Eduardo, aos 34 minutos, teve o gol da virada escancarado e tropeçou na bola.

Com a vitória de 3 a 2 sobre o Paysandu, Remo enxerga a “A” e coloca o “Lobo” num “rabo de foguete”.

Não dá para se contentar com o limitado, tecnicamente, time bicolor.

Remo não é exemplo, é ideia de jogo organizado.

Guto Ferreira não inventou nada, apenas soube posicionar os jogadores em faixa de campo.

O gol de Caio Vinícius – 1 a 0 – é exemplo do dedo do técnico: volante que transita de uma intermediária à outra aparecendo como elemento surpresa.

Em campo, Ronaldo Henrique não sabe conduzir a bola pra frente.

Início do segundo tempo, no campo bicolor houve um baile de “para Pedro, Pedro para” e os narradores gritando gol: 2 a 0. Gol de Pedro Castro ao receber de Pedro Rocha.

Mas o fantasma “Sobrenatural de Almeida” assusta o Leão.

Garcez 2 a 1, aos 6 minutos, e Wendel, aos 18 minutos empata o jogo em 2 a 2.

A Fiel se contentou e se animou, o time alviceleste foi pra cima, mas foi só fogo de palha.

Mais uma vez, “Almeida”, tens razão: o “fantasma” possuiu Matheus Nogueira, que se posicionou mal, e a barreira transponível, para que Diego Hernandez se inspirasse no Marcelinho Carioca que do seu chute (“a linha reta não sonha”) e os narradores remistas se esgoelassem em êxtase: 3 a 2 CR.

O futebol é injusto, mas, ao mesmo tempo, eficaz.

Remo tem elenco; o técnico “Gordiola”, que não é “zé mané”, olha pro banco e tem como substituir.

Paysandu silencia porque o seu destino é a C.

É o que há!

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