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DESASTRES

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Neste 2025, três “desastres” aconteceram na Curuzu: Felipe Albuquerque, o executivo; o prepotente Rossi e Keffel, a “pomada”.

Maurício Ettinger, o presidente à época, foi induzido a contratar Keffel pelo executivo e a comissão técnica do momento comandada pelo Hélio dos Anjos.

“Eles me disseram que o jogador era essencial no elenco”, disse Ettinger no Show de Bola.

Felipe Albuquerque voltou à Curuzu com “cara de égua” pedindo desculpas pelos insultos contra a cultura paraense, e nenhum outro dirigente cometeu tantos pecados contra o Paysandu quanto ele.

Meteu na Curuzu PK e outras inutilidades, mas a principal violação contra o Papão foi a não aceitação da indicação do Caio Vinícius, hoje no elenco azulino.

Não sei o porquê da não contratação do volante, que tem sido o jogador que transita de uma intermediária à outra, e no RE-PA foi o elemento surpresa, vindo de trás para fazer o primeiro gol leonino.

Talvez o pior dos “desastres” foi a contratação de Rossi recebido em churrascaria e – dizque – o maior salário do time.

Rossi discutiu com alguns jogadores e logo se destacou pela prepotência, tornando-se insociável na Curuzu.

“A maioria dos jogadores não o traga”, disse-me fonte.

Márcio Fernandes assumiu posição corajosa ao aceitar comandar o time bicolor, a partir de setembro, quando vários técnicos de futebol disseram não, porque sabiam da fragilidade do elenco bicolor.

Suas lágrimas, Marcio Fernandes, demonstraram coragem, prudência e amor ao Paysandu.

A “C” espera o Paysandu, mas não está morto, e o momento, na Curuzu, não é de exemplo, é de ideias inovadoras para que os “desastres” não voltem acontecer na temporada vindoura. (Foto: Toti)

É o que há!

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