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OS BIG SHOTS DO SHOW DE BOLA

O amor pelo PSC fala mais alto e o engenheiro André Tavares não deixará de comandar às obras do CT bicolor.
Roger Aguilera, o presidente bicolor, informou que a diretoria precisa “aparar arestas no time e na diretoria e que o Clube precisa de união”.
Roger conversa com Rossi para que o jogador deixe a Curuzu de forma conscienciosa.
“Preciso de apoio. O Clube necessita de união. Se eu não tiver apoio, então, taí o Clube, assumam”.
Para o presidente bicolor o atual modelo de administração não é mais compatível com a realidade do Paysandu. “Uma SAF responsável”, concluiu Roger.
O terceiro “big shot” do SHOW DE BOLA: Marcus Braz, executivo remista.
“Remo lutará até o fim. Chega bastante robusto e inteiro”, iniciou a entrevista comigo, Gabriel Freitas e o Dr. Rui Mendonça na bancada do DEDO DE PROSA.
Quando chegou no Baenão, por este velho jornalista Marcus Braz foi criticado. “Pensei que era mais uma pra nos ‘roubar’”, asseverei.
Braz confirmou minhas críticas, “mas não tenho problemas de ser criticado, irei errar com certeza, o que não pode é duvidar do meu trabalho”, pontuou.
O executivo ressaltou a importância do CT, e que a “situação do Remo é razoável, porque o acesso é duríssimo e o Clube precisa de reestruturação”, afirmou.
Braz fez uma revelação verdadeira: “Lá fora os grandes clubes viajam fretados, aqui temos que enfrentar escalas, e os jogadores precisam de uma boa estrutura para recuperação”.
Quem o entrevista tem que estar atento para o que diz nas entrelinhas, como a expressão que diz muito do que precisa o CR se chegar na A: “Remo precisa ajustar a sua realidade à necessidade para se credenciar ao futebol”.
Braz é do tipo de dirigente que se preocupa com o gramado, cozinha e boas condições estruturais para os jogadores.
É o que há!
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