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NO CAMINHO DA C

O empate em 2 a 2 entre Ferroviária-SP e Paysandu mostrou que os dois times são ruins tecnicamente.
Avassaladora começou a locomotiva paulista e, logo aos 2’, Vitor Barreto dispara pelo lado esquerdo e mete a bola na área bicolor para Fabrício cabecear para o gol e Carlão, embaixo da trave, finalizar: 1 a 0.
Famosa por ter uma zaga que não sabe disputar a bola pelo alto, o Thiago Heleno, aos 15 minutos, cabeceou e empatou em 1 a 1 a partida.
Edilson, pela lado direito bicolor, tinha a cobertura de Ronaldo Henrique, por onde Juninho, Fabricio e Vitor Barreto exploravam as jogadas ofensivas.
Garcez, como de sempre sabendo fugir da marcação, rouba a bola de Ronaldo Alves e rola para Wendel colocar o Papão à frente do placar, aos 34 minutos: 2 a 1.
Tirando um atacante, Peterson, para reforçar a marcação no meio-campo, Márcio Fernandes volta para o segundo tempo com Nicola.
Aliás, nenhuma das outras substituições do técnico bicolor surtiram o efeito desejado, comprometendo a saída do volante Ronaldo Henrique para a entrada do atacante Marcelinho.
Quem acertou foi o Claudinei Oliveira em tirar atacante Vitor Barreto para a entrada de Albano, que aos 20 minutos recebe de Juninho e dispara, de fora da área, um “míssil” no ângulo esquerdo de Matheus Nogueira para empatar a partida em 2 a 2.
Ferroviária pressionou e desperdiçou várias oportunidades de virar a partida, mas o time é, também, limitado tecnicamente.
Com 27 pontos, Paysandu vai chegando na C de 2026.
É o que há!
O empate em 2 a 2 entre Ferroviária-SP e Paysandu mostrou que os dois times são ruins tecnicamente.
Avassaladora começou a locomotiva paulista e, logo aos 2’, Vitor Barreto dispara pelo lado esquerdo e mete a bola na área bicolor para Fabrício cabecear para o gol e Carlão, embaixo da trave, finalizar: 1 a 0.
Famosa por ter uma zaga que não sabe disputar a bola pelo alto, o Thiago Heleno, aos 15 minutos, cabeceou e empatou em 1 a 1 a partida.
Edilson, pela lado direito bicolor, tinha a cobertura de Ronaldo Henrique, por onde Juninho, Fabricio e Vitor Barreto exploravam as jogadas ofensivas.
Garcez, como de sempre sabendo fugir da marcação, rouba a bola de Ronaldo Alves e rola para Wendel colocar o Papão à frente do placar, aos 34 minutos: 2 a 1.
Tirando um atacante, Peterson, para reforçar a marcação no meio-campo, Márcio Fernandes volta para o segundo tempo com Nicola.
Aliás, nenhuma das outras substituições do técnico bicolor surtiram o efeito desejado, comprometendo a saída do volante Ronaldo Henrique para a entrada do atacante Marcelinho.
Quem acertou foi o Claudinei Oliveira em tirar atacante Vitor Barreto para a entrada de Albano, que aos 20 minutos recebe de Juninho e dispara, de fora da área, um “míssil” no ângulo esquerdo de Matheus Nogueira para empatar a partida em 2 a 2.
Ferroviária pressionou e desperdiçou várias oportunidades de virar a partida, mas o time é, também, limitado tecnicamente.
Com 27 pontos, Paysandu vai chegando na C de 2026.
É o que há!
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