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A CASQUINHA DA OPINIÃO PÚBLICA

Em Belém, contra o Paysandu, há uma batalha da opinião pública.
No sonho dos que querem ver o bem do Clube, que deu às maiores glórias para o futebol amazônico, principalmente do presidente Roger Aguilera, todos os verdadeiros bicolores têm que -marcharem juntos em busca do bem-estar da Instituição.
Houve erros? Houve! Mas não sou eu que atirarei pedras em homens que deram tempo, dinheiro e ajudaram a construir o rico patrimônio bicolor.
O vitorioso técnico Hélio dos Anjos concedeu entrevista ao “monstrinho” e revelou verdades, mas esqueceu de revelar uma verdade, que foi um grande “desastre” financeiro para o Clube: foi Hélio dos Anjos, o seu filho e o executivo Felipe Albuquerque que incentivaram o presidente à época, Maurício Ettinger, a contratar Keffel.
Ao tentar atravessar “deserto”, a opinião pública não permite que o “lobo” visualize uma vereda para sair desta praga que de dia é sol ardente e à noite frio de doer os ossos.
Outra: em momento algum Roger Aguilera falou no SHOW DE BOLA que o PSC seria “SAF” (Sociedade Anônima do Futebol); o que disse é que o “atual modelo de gestão bicolor é incompatível com a realidade, e que uma SAF séria, como à do Botafogo, Bahia, poderia ser pensada e analisada pelos conselheiros”.
São coisas óbvias que todos, que militam no futebol, sabem. “Não uma SAF igual à do Vasco”, exemplificou Roger.
Momento difícil pelo qual passa o Paysandu gera conflitos de interesses, essencialmente de quem tem vaidade aflorada e que passou pela Curuzu e nada fez para mudar a gestão de abnegados.
Roger propôs uma ação justa, esclarecedora, afirmando que não pensa em renunciar, mas que precisa de um mutirão para tirar o “lobo” da “juquira”.
Presidente Roger Aguilera esteve presente na reunião dos 20 clubes da B, na sede da CBF, e de lá saiu feliz com a nova administração da entidade, que disponibilizará de recursos na ordem de R$ 2,5 mi para cada clube.
É o que há!
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