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JUNTA GOVERNATIVA NA CURUZU

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Quando alguém zangava a gente, na década de 60, em Macapá, mostrava a língua pra fora da boca.

Era uma ofensa. Desrespeito. Em vez de mandar tomar no “brasil”, mostrava-se a língua. É assim que faço com os imbecis que criticam a diretoria bicolor sem saber da verdade.

Por inveja, porque o CR está bamburrando em dinheiro, alguns torcedores desejam a renúncia de Roger Aguilera do trono bicolor.

Penso que não é por aí. O momento do Clube é de solidariedade e de harmonia nas relações entre os verdadeiros bicolores. Os homens que amam a instituição. Não é a primeira vez que o Paysandu vive crise financeira.

Em 1987, Paysandu vivia crise pior que esta: devia pra Deus e o mundo e não tinha elenco.

Três nomes se uniram e salvaram o Clube: Elzemar Neves, Miguel Pinho e Vladimir Pereira.

Paysandu campeão estadual.

1997: Geraldo Rabelo é deposto. Ricardo Rezende assume. Ao lado do presidente, Artur Tourinho e Mauricio Santiago formam um triunvirato. Lembro de alguns nomes que atenderam ao chamado do trio: Antônio Carlos Trindade de Moraes, Sérgio Chermont, Naif Daibe, Miguel Pinho (banqueiros do jogo do bicho, amigos de Miguel Pinho), Francisco Erse, Raul Aguilera e outros potosis.

Papão campeão paraense em 1998.

Ao final da temporada, Rezende oferta a cada um que lhe estendeu às mãos uma medalha de ouro em alto relevo com o escudo do clube.

2025: Roger Aguilera convoca bicolores para a formação de uma junta governativa para ajudarem o presidente a tirarem o Paysandu da crise financeira que sufoca o “lobo”.

Não sei horário e local, mas nesta segunda-feira, 27, alguns “lobos de fina pelugem” reunirão para começarem a planejar a temporada 2026.

É o que há!

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