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VOU-TE CONTAR, VOU-TE DIZER, NÉÉÉ!

Ótimo matemático e analista de futebol professor Cláudio me disse que o “empate da Chapecoense foi uma fatalidade”.
Discordo, meu amado professor: “Time que ataca quer empatar ou ganhar; quem contra-ataca tem como principal critério permanecer com o resultado ou, quando se tem ataque veloz, buscar vitória”, é uma das máximas do futebol.
Por ser um “jogo de erros”, Remo errou, no segundo tempo, ao baixar às linhas, e os cinco jogadores de meio-campo cederam espaço, ou seja, não se apossaram da área, permitindo ao Dal Pozzo, que é mil anos, ir pra cima do Remo.
Francamente, o resultado foi merecido pelo que fez a Chapecoense no segundo tempo: finalizou muito, mas sem pontaria, e Marcelo Rangel mostrou suas qualidades de visão e elasticidade.
Guto Ferreira tem muito crédito na minha agenda.
Nada está perdido: o Remo tem time pra ser A em 2026. Só depende dele.
DE PAU PRA CACETE
No Show de Bola, da Rádio e TV Marajoara, que produzo e apresento aos domingos, das 12 às 15h, de domingo, 2, abri o programa fazendo apelo ao empresário Fred Carvalho, que ele deixasse de encabeçar o movimento oposicionista que alguns interesseiros fazem à frente da sede bicolor.
Não o critiquei. Pedi, com lágrimas nos olhos, em prol do amor que tenho pela instituição e pela gratidão à família Aguilera.
Falei que quem desejar votar pra presidente que compre um título no valor de R$ 1.800 (mil e oitocentos reais) parcelado em dez vezes; e disse para o Fred deixar de aparecer, em vídeos, com os olhos arregalados que transmite ódio; finalizei afirmando que se ele deseja ser presidente bicolor que apresente, no momento exato, sua chapa, que eu, através dos meus “condomínios” digitais estou disposto a apoiá-lo. Repito: não o critiquei. Fiz apelo.
Empresário Fred Carvalho me pediu direito de resposta. Consultei direção do Grupo Marajoara, Leandrinho, e este autorizou desde que ele não ofendesse nomes.
Eis a resposta do jovem empresário Fred Carvalho.
“Estou pescando. Algumas pessoas passaram mensagem dizendo que você citou meu nome, e do pouco que convivemos, você percebeu que sou tranquilo, calmo, mas confesso que nem pensava, depois de 16 anos nos mercados nacional e internacional fosse ter comportamento de sangue nos olhos.
“Sonho, confesso, que nunca acreditei, e sim em ação; acredito que o Paysandu, no momento, precise de resolver o que está esbandalhado, e caso, um dia, eu seja presidente ou diretor de futebol, estou preparado e com gente de força internacional, com dinheiro infinito, porque confia em minha pessoa”.
E sacramentou: “Atuando 16 anos no futebol, troquei o amor pelo respeito, pela preocupação. Não quero discutir. Não tenho vaidade. Eu quero resolver o problema do Paysandu. Jamais cometerei ato da omissão de socorrer o Paysandu”.
Todos erros da humanidade tiveram prazo de validade.
À noite passada, pelo “uatizap”, fonte real me falou: “Maia, Vandik e Ícaro Sereni assumirão o futebol bicolor, mas o ex-presidente Alberto Maia precisa fazer uma ‘faxina’ na Curuzu. Há ‘traíras’”.
É o que há!
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