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CAIXA DE PANDORA

Ao longo dos quase 50 anos em Belém, vivendo nas entranhas de “Lobo” e “Leão”, testemunhei muitos “baludos” despejarem dinheiro em Curuzu e Baenão.
Às “pacoteiras” sempre geraram curiosidade do povaréu, que fala por falar, e eu, como jornalista, sei das origens, mas trato como uma “caixa de pandora”. Não tenho provas substantivas.
“Pode-se enganar a alguns durante todo o tempo ou a todos durante a algum tempo; mas é impossível enganar a todos durante todo o tempo”, máxima de Abraham Lincoln.
Futebol brasileiro é a cara da política partidária deste país. Brasil é o país das coisas impossíveis e que tudo pode, inclusive “fazer o diabo na hora da eleição”, dito de Dilma Rousseff, que está em Belém.
Diz a Bíblia que a única paternidade que Deus deu ao fute é que ele “é o pai da mentira”.
Muitos que falam por falar sobre o momento que o CR vive é pura inveja. Despeito. Ciúme de macho!
Assim como lá atrás os “baludos”, donos da situação, eram bicolores, os de hoje são remistas e “desfrutar de boa estima vale mais que prata e ouro”. Desfruta o CR.
A influência é um precioso capital que o Leão Azul, no momento tem, que se chama Marcos Braz, que mudou o patamar do Clube do Remo para melhor.
Braz tem transmitido tudo de bom para o Remo e essa qualidade tem causado “frisson” na comunidade alviceleste.
Se eu vibrei com o Paysandu de Asdrúbal Bentes e Arthur Tourinho, como desejar o mal do Remo de Marcos Braz?
É o que há!
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